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Como o ChatGPT pode aprimorar sua escrita: revisão, refinamento e criatividade

O ChatGPT é uma ferramenta de inteligência artificial altamente eficaz para o planejamento, redação e edição de diversos tipos de textos. Seja na produção de trabalhos acadêmicos, na elaboração de e-mails profissionais ou na criação de conteúdo criativo, como poesias e histórias, o chatbot da OpenAI pode ser um grande aliado. Ele auxilia na escolha de palavras, adapta o tom conforme a necessidade do usuário, corrige erros de gramática e ortografia, melhora a coesão e a coerência do texto e ainda contribui para a organização das ideias. Além disso, pode ajudar na reformulação de parágrafos, tornando-os mais claros e fluidos, e na adequação do texto para diferentes audiências e propósitos. A seguir, veja como utilizar prompts para cada tipo de aprimoramento que o ChatGPT pode oferecer.

1. Revisão e Correção

O ChatGPT pode revisar textos de diversas naturezas, sendo especialmente útil para estudantes que precisam conferir a qualidade de seus trabalhos acadêmicos. Profissionais também podem se beneficiar ao utilizar a ferramenta para revisar e-mails formais antes de enviá-los a clientes ou superiores, garantindo clareza e objetividade.

Alguns prompts que podem ser usados incluem:

  • “Revise e corrija este texto, focando em gramática, pontuação e clareza.”
  • “Encontre e corrija erros de concordância e coerência neste texto.”
  • “Melhore a fluidez deste texto sem alterar seu significado.”
  • “Sugira substituições de palavras para tornar a leitura mais natural.”

2. Reescrita e Refinamento

Para quem deseja melhorar a estrutura e o impacto do texto, o ChatGPT pode reescrevê-lo com base em diferentes objetivos. Seja para tornar um texto mais convincente, conciso ou formal, a ferramenta pode ajudar com prompts como:

  • “Reescreva este parágrafo para torná-lo mais persuasivo.”
  • “Transforme este texto em uma versão mais objetiva e direta.”
  • “Dê um tom mais formal a este e-mail.”

Isso é especialmente útil para redes sociais, onde há limites de caracteres e a comunicação precisa ser mais direta.

3. Adaptação de Estilo

O tom e a linguagem de um texto devem estar alinhados ao público-alvo. O mesmo conteúdo pode ser ajustado para diferentes audiências, tornando-se mais descontraído, formal ou técnico conforme necessário.

Exemplos de prompts para adaptação de estilo:

  • “Dê um tom mais humorístico e descontraído a este texto.”
  • “Transforme este texto em uma linguagem mais técnica e especializada.”
  • “Reescreva este texto de forma mais envolvente e cativante.”

4. Criatividade

Para tornar a escrita mais criativa e impactante, o ChatGPT pode incluir emoção, exemplos práticos e figuras de linguagem. Isso pode ser especialmente vantajoso para criadores de conteúdo, escritores e jornalistas que desejam prender a atenção do leitor.

Algumas sugestões de prompts:

  • “Torne este texto mais emocional e impactante.”
  • “Expanda este texto adicionando exemplos práticos e ilustrações.”
  • “Adicione metáforas e expressões criativas para enriquecer o texto.”

Esse tipo de abordagem pode ser útil para escritores que querem dar mais vivacidade a seus textos, influenciadores que precisam de legendas chamativas para redes sociais ou professores que desejam tornar seus materiais didáticos mais envolventes.

5 Comandos do DeepSeek que Todo Mundo Deveria Conhecer

A inteligência artificial (IA) da DeepSeek, concorrente direta do ChatGPT, tem ganhado destaque no mercado por sua eficiência em atender tanto comandos simples quanto complexos. Com um modelo avançado, o LLM DeepSeek-R1, a empresa chinesa supera até mesmo o GPT-4 da OpenAI em alguns aspectos, além de oferecer custos de operação mais baixos. O aplicativo de chatbot da DeepSeek já é o mais baixado na App Store dos EUA e conta com mais de 10 milhões de downloads na Google Play Store em todo o mundo.

Apesar de o raciocínio lógico do chatbot (Deep Think) ser exibido apenas em inglês, os usuários podem escrever comandos e receber respostas em português. A seguir, confira cinco comandos essenciais para testar no DeepSeek e dicas de como estruturar prompts eficientes.

1. Resumo de Textos Longos

Uma das funcionalidades mais úteis do DeepSeek é a capacidade de resumir textos extensos. Em um teste, foi solicitado que a IA resumisse um artigo jornalístico sobre o Oscar 2025, com mais de 9 mil caracteres, em apenas um parágrafo. Após algumas tentativas iniciais, onde o chatbot sinalizou que o servidor estava ocupado, a IA conseguiu gerar um resumo conciso em apenas oito segundos.

Prompt utilizado:
“Faça um resumo do artigo jornalístico abaixo em apenas um parágrafo: [cole o texto]”.

Exemplo de resumo gerado pela DeepSeek.

2. Geração de Texto Criativo

Para quem busca inspiração, o DeepSeek é uma ferramenta poderosa na criação de textos criativos, como poemas, histórias ou slogans. Em um teste, foi solicitado que a IA gerasse três opções de textos criativos para um aniversário de 22 anos de uma pessoa do gênero feminino. A resposta foi gerada em 22 segundos, com opções detalhadas e personalizadas.

Prompt utilizado:
“Crie três opções de textos criativos, com até 200 palavras, com o tema de aniversário para uma pessoa do gênero feminino que vai fazer 22 anos”.

Exemplo de texto criativo gerado pela IA.

3. Tradução Multilíngue

A DeepSeek também se destaca na tradução de textos para diversos idiomas. Em um teste, um trecho do livro “É Assim Que Acaba” foi traduzido para o francês em 35 segundos, com a IA adaptando as frases para respeitar as regras gramaticais do idioma.

Prompt utilizado:
“Traduza o seguinte texto para o francês: [cole o texto]”.

Exemplo de tradução gerada pela DeepSeek.

4. Resolução de Problemas Matemáticos

Para problemas matemáticos, a DeepSeek se mostra eficiente ao fornecer respostas detalhadas e passo a passo. Em um teste, foi solicitado que a IA calculasse o preço original de um vestido que custava R$ 50 após um desconto de 30%. A resposta foi dividida em três fases, com o raciocínio lógico explicado de forma clara.

Prompt utilizado:
“Um vestido custa R$ 50 após um desconto de 30%. Qual é o preço original? Explique o passo a passo”.

Exemplo de resolução de problema matemático.

5. Geração de Código

A DeepSeek também é uma excelente assistente para desenvolvedores. Em um teste, a IA foi solicitada a escrever um código em Python que exibisse a frase “TechTudo, o maior portal de tecnologia do Brasil”. O código foi gerado em 17 segundos, com um breve comparativo entre versões do Python.

Prompt utilizado:
“Escreva um código em Python que exibe a frase ‘TechTudo, o maior portal de tecnologia do Brasil’. A versão Python é 3.1”.

Exemplo de código Python gerado pela DeepSeek.

“Modo Ladrão”: Como Ativar a Proteção Contra Roubo no Android

A segurança dos nossos dispositivos móveis nunca foi tão importante, e o Android trouxe uma novidade que pode aumentar a proteção contra furtos: o “modo ladrão”. Esse recurso, disponível desde o Android 10, foi lançado primeiramente no Brasil e já está disponível para todos os smartphones que utilizam a versão mais recente do sistema operacional.

O que é o “Modo Ladrão”? O “Modo Ladrão” é uma funcionalidade que bloqueia automaticamente a tela do smartphone caso ele seja arrancado de sua mão de forma abrupta. Utilizando inteligência artificial e o acelerômetro do dispositivo – sensor que detecta vibrações e aceleração – o sistema é capaz de identificar uma tentativa de roubo e agir de forma imediata.

Quando a ação é detectada, o celular exibe a mensagem: “Possível roubo detectado: este dispositivo foi bloqueado automaticamente para proteger seus dados”. A tela é bloqueada e o aparelho só poderá ser desbloqueado novamente com a senha cadastrada, evitando que os dados do usuário sejam acessados facilmente.

Como Funciona? O sistema é projetado para reconhecer movimentos repentinos e intensos, como um furto em que o aparelho é puxado da mão do dono. Segundo o Google, a tecnologia pode identificar situações de fuga, seja a pé, de bicicleta, moto ou até mesmo de carro. A interação entre a inteligência artificial e os sensores do aparelho torna a resposta do sistema quase instantânea.

Essa proteção é uma grande vantagem para quem vive em regiões de risco, uma vez que ela dificulta o acesso aos dados pessoais do usuário, oferecendo mais segurança no caso de roubo. Para ativá-la, basta estar com a versão do Android 10 ou superior e certificar-se de que o recurso está habilitado nas configurações de segurança do aparelho.

Por que o Brasil Foi o Primeiro a Receber o Recurso? O Brasil foi escolhido para ser o primeiro país a testar o “modo ladrão” devido aos altos índices de furtos de celulares no país, especialmente em grandes centros urbanos. A medida promete aumentar a segurança dos usuários e facilitar a proteção de informações pessoais sensíveis.

Com essa novidade, o Android fortalece ainda mais a sua linha de defesa contra roubos, oferecendo não apenas um bloqueio imediato, mas também garantindo que os dados armazenados no celular fiquem protegidos até o momento em que o dono consiga recuperar o aparelho ou acessar sua conta de forma segura. A função “Proteção contra roubo” está disponível gratuitamente para dispositivos Android compatíveis, e a ativação é simples, trazendo mais tranquilidade para os usuários que desejam uma camada extra de segurança no dia a dia.

Como ativar o Modo ladrão no celular

  1. Acesse as “Configurações” (ou “Ajustes”) do seu celular;
  2. Desça e vá até a opção “Google”;
  3. Toque em “Todos os serviços” e deslize a tela até chegar em “Proteção contra roubo”;
  4. Por fim, ative e opção “Bloqueio por detecção de roubo”.

Se preferir, você também pode ativar a opção “Bloqueio de dispositivo off-line”, que está logo abaixo de “Bloqueio por detecção de roubo”. Essa função bloqueia a tela do telefone caso o bandido desligue as redes móveis ou o Wi-Fi, por exemplo, para não ser rastreado.”

Meta AI no WhatsApp é confiável? Conheça IA e saiba prós e contras

Meta AI é segura e integrada pela própria fabricante ao WhatsApp, Instagram e Facebook, no entanto, os resultados oferecidos pela IA não são totalmente confiáveis

Meta AI, do WhatsApp, é confiável? Essa dúvida surgiu em muitos usuários após a big tech liberar a assistente de inteligência artificial (IA) generativa no mensageiro no início do mês. O recurso é seguro, já que é desenvolvido e mantido pela própria companhia, então há nenhum risco ao usá-lo. A confiabilidade da ferramenta, no entanto, é semelhante a de seus rivais ChatGPT e Gemini Google. Por se tratarem de chatbots de IA que são alimentados por dados disponíveis na web, eles podem fornecer informações incorretas e, por isso, é preciso ter um certo cuidado ao utilizar as ferramentas. Confira, a seguir, mais detalhes sobre a ferramenta e conheça seus prós e contras.

O que é a Meta AI?

Meta AI é um chatbot de inteligência artificial (IA) generativa integrado ao WhatsApp, InstagramFacebook e Messenger. O recurso está presente em todas as redes sociais da Meta e pode ser acessado individualmente em cada um dos aplicativos. O histórico das conversas fica salvo entre as plataformas, ou seja, é possível continuar o papo com a assistente do mesmo lugar em que você parou independentemente do app utilizado.

A tecnologia, lançada no Brasil no início do mês, pode ser usada para fazer consultas, tirar dúvidas, criar textos e gerar imagens a partir de comandos simples. A proposta da ferramenta é servir como uma assistente virtual: ela é capaz de consultar bases de dados em tempo real para oferecer respostas rápidas e atualizadas — tudo isso sem precisar fechar os aplicativos das redes sociais para fazer pesquisas no Google.

A Meta AI é segura?

A Meta AI é um serviço desenvolvido pela Meta, a empresa dona do WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger. Portanto, a ferramenta é segura e não representa riscos aos usuários. Para usá-la, basta clicar sobre o ícone de círculo azul onde quer que ele apareça nos aplicativos — no WhatsApp, por exemplo, o recurso pode ser usado a partir da barra de pesquisa ou de um botão dedicado. No iPhone (iOS), o ícone da ferramenta fica disponível na parte superior direita da tela, ao lado do ícone de câmera e do símbolo de “+”. Já no Android, o botão da Meta AI fica na parte inferior da tela, acima do símbolo de “+”.

A Meta AI é confiável?

Assim como outros chatbots de inteligência artificial, a Meta AI pode cometer erros e ser imprecisa em algumas respostas. Ao iniciar uma conversa com a assistente, uma notificação na parte superior da tela alerta usuários quanto a isso: “as mensagens são geradas por IA. Algumas podem estar incorretas ou ser inadequadas”, diz o comunicado.

Isso não é um ponto negativo apenas da Meta AI. Outros chatbots baseados em modelos de linguagem em larga escala, como o ChatGPT e o Gemini, também sofrem com o problema. Por serem alimentados por uma grande quantidade de informações disponíveis publicamente na internet, esses programas podem gerar informações falsas ou equivocadas. Muitas vezes, também podem ocorrer “alucinações”, falhas que ocorrem por algumas causas distintas.

As alucinações são respostas incorretas que podem gerar conclusões errôneas e enganosas. Elas podem variar de pequenas distorções e inconsistências na narrativa a informações contraditórias e fabricadas pela IA. E, como os softwares são treinados para ter uma linguagem semelhante à humana, é possível que a identificação das informações incorretas seja difícil, em muitos casos. Por isso, não é recomendado confiar 100% nas respostas fornecidas pela IA.

Desde o lançamento da Meta AI no país, a ferramenta tem sido muito comentada nas redes, e algumas das respostas fornecidas pela assistente viraram meme. Interpretações erradas na criação de imagens também chamaram atenção: a IA teve dificuldades em compreender o significado de algumas expressões e palavras. Em uma ocasião, a Meta AI não entendeu a expressão “plantar bananeira” (ficar de cabeça para baixo) e confundiu “capoeira” com “poeira”, gerando imagens curiosas.

Coleta de dados da Meta AI

A Meta AI pode usar dados públicos de usuários para treinar o seu modelo de inteligência artificial. Em seus Termos de Serviço e Política de Privacidade, que foram atualizados no último dia 9 — data em que a ferramenta foi oficialmente liberada no país —, a Meta informa que pode usar dados contidos em publicações, fotos, legendas e comentários feitos por usuários no Facebook e Instagram para alimentar a Meta AI e melhorar os processos do chatbot. Além desses dados, a empresa também pode usar as mensagens trocadas com a IA para aprimorar as respostas. Apesar disso, é possível se opor à coleta de dados do serviço para impedir que a big tech use seus dados. A seguir, veja como.

Vale a pena usar a Meta AI?

Apesar de cometer erros e ser imprecisa em algumas situações, a ferramenta pode simplificar algumas tarefas da rotina. Além disso, um ponto positivo da Meta AI é que ela é totalmente gratuita — diferentemente de suas principais concorrentes —, e sua integração com as redes sociais pode ser útil para fazer pesquisas rápidas na internet sem precisar consultar ou baixar outros aplicativos, por exemplo.

Outra qualidade da assistente é que ela pode gerar textos e imagens em um único lugar, dentro dos aplicativos que a maioria das pessoas já usa no dia a dia. Além disso, em breve, o chatbot também poderá responder solicitações por meio de áudio, sendo possível manter uma conversa por voz com o robô.

Também é esperado que o modelo de linguagem da ferramenta seja refinado com o passar do tempo, o que deve naturalmente aprimorar a qualidade das respostas fornecidas. No momento, uma alternativa que pode ser capaz de corrigir alguns desses erros, principalmente as interpretações erradas na criação de imagens, é alimentar o bot com prompts bem descritos, com a maior quantidade de informações que você puder apresentar. De maneira geral, robôs de IA oferecem respostas mais completas para solicitações mais bem descritas.

Com informações de TechTarget e Facebook

LinkedIn agora usa seus dados para treinar IA; veja como remover a opção

A rede social corporativa LinkedIn começou a utilizar dados pessoais e conteúdos de usuários para treinar modelos de inteligência artificial (IA) generativa na plataforma. Entretanto, a empresa não avisou o público que começaria a fazer isso e ainda ativou por padrão essa opção nas configurações de toda a comunidade.

A denúncia partiu do site 404 Media, que encontrou relatos de usuários na rede social sobre o caso. Além de ter feito tudo isso na surdina, o LinkedIn nem sequer atualizou os próprios termos de serviço para falar sobre o assunto antes de ser contatado pela imprensa internacional. “O LinkedIn e suas empresas afiliadas podem usar seus dados pessoais e conteúdos que você cria no LinkedIn para treinar os modelos de IA generativa que criam conteúdos?”, diz a opção para os usuários, que já aparecia como “Ativado” mesmo para quem nunca acessou o painel de configurações.

A IA generativa da plataforma pode ser usada como um assistente de texto e para elaborar mensagens para outras pessoas. Ao se alimentar de conteúdos e dados publicados no serviço, ele ganha uma linguagem corporativa, incluindo jargões de vários meios e até modos de escrita que podem variar de acordo com a área profissional de cada pessoa.

E as leis de proteção de dados?

Na União Europeia, país com leis específicas e rígidas de privacidade digital, a coleta de dados não está valendo. O Brasil tem a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) com efeitos similares, mas o país não parece ter ficado de fora da medida.

A medida é similar ao que a Meta fez com usuários no Brasil: só era possível excluir o próprio perfil da coleta de dados para alimentar uma IA a partir de um formulário de difícil acesso e sem divulgação oficial por parte da companhia.

No caso da dona de WhatsApp e Instagram, autoridades brasileiras conseguiram congelar esse processo e obrigaram a Meta a mudar as próprias regras para respeitar a privacidade dos usuários. Na página de suporte que explica o caso, o LinkedIn argumenta que a coleta “se aplica ao treinamento e ao ajuste fino de modelos de IA generativos que são usados para gerar conteúdo” pelo serviço e seus afiliados.

Para acessar o menu exato sobre a coleta de dados para treinar a IA generativa do LinkedIn, basta clicar neste link. Na página, desmarque a opção “Ativado”.

Se quiser fazer o caminho manualmente ou no aplicativo para dispositivos móveis, toque na sua imagem de perfil e vá em “Configurações em privacidade“. Depois, acesse o menu “Privacidade dos dados” e, em seguida, toque em “Dados para aprimoramento da IA generativa“.

Lá, é só tocar no botão até que ele fique em “Desativado” para não autorizar que o LinkedIn use as suas publicações e informações para alimentação da plataforma generativa.

Fontes: Tec Mundo e 404 Media

Câmera de segurança com Gemini vai avisar se seu pet fizer bagunça; entenda

Câmeras que tiverem compatibilidade com a IA do Google poderão notificar movimentos diferentes de forma mais precisa; confira mais detalhes da nova função.

inteligência artificial Gemini, do Google, vai estar presente em câmeras de segurança Nest — e, com isso, poderá te dizer se o seu pet fizer bagunça em sua casa. De acordo com uma publicação feita no início do mês pelo gerente de produto do Google Home & Nest, Anish Kattukaran, a tecnologia será útil para automatizar o monitoramento de residências, já que, a partir das informações gravadas, será possível criar um comando para a assistente virtual realizar alguma ação. Os dispositivos ainda conseguirão compreender movimentos e atitudes de uma filmagem, com o objetivo de gerar uma legenda informando o que está acontecendo no momento.

A expectativa é que o recurso com IA chegue aos assinantes do Nest Aware, o serviço de câmeras de segurança do Google, ainda em 2024. Com a função, caso seu cachorro faça alguma bagunça, por exemplo, a câmera pode te alertar de forma automática. Inclusive, com o recurso de transcrição das imagens, será possível também fazer buscas específicas no banco de dados das filmagens de maneira simples, bastando apenas escrever o que você deseja assistir que o programa te retornará com as imagens. A seguir, confira mais detalhes sobre a tecnologia.

Câmeras com IA do Google: como funcionam

Já era esperado entre os especialistas que os recursos de IA do Gemini, que conseguem interpretar o conteúdo de imagens e transformá-lo em texto, chegassem às câmeras de segurança. O que ainda não se tinha certeza é se o Google lançaria algum dispositivo com essa função — e isso realmente não aconteceu. A empresa quer inserir a tecnologia em modelos de câmera Nest já existentes a partir de atualizações dos softwares.

O Google compartilhou como será o funcionamento da novidade. Basicamente, o alerta captado pelas câmeras de segurança será enviado aos usuários pelo aplicativo Google Home. Acima, é possível ver como as notificações chegarão. A expectativa é que a função esteja disponível para assinantes do Nest Aware a partir do final do ano.

O que é Gemini?

O Gemini é a inteligência artificial do Google, que agora se junta ao conceito de casa inteligente com o Google Home na automatização de residências. Um dos recursos disponíveis, já falado anteriormente, são os modelos multimodais, que tem por objetivo fazer a identificação das filmagens das câmeras de segurança, transcrever o que está acontecendo com contexto e também atuar realizando comandos e ações pré-programados.

Com esse recurso de transcrição de contexto, agora também será possível realizar buscas específicas no banco de dados das filmagens, com se o entregador realmente compareceu em sua casa na sexta-feira para entregar sua encomenda, por exemplo. Para fazer isso, basta buscar na lupa escrevendo o que você procurar que o aplicativo te retornará com estas imagens — caso o evento tenha de fato ocorrido.

Com essa nova atualização do Google Home com o Gemini, as automatizações devem se tornar mais fáceis de serem feitas. Assim, caso o aparelho perceba que não tem em casa, por exemplo, ele poderá apagar todas as luzes e certificar de que todas as portas estejam trancadas. Porém, caso você não saiba realizar uma automação específica que você tem em mente, o app Home pode ajudar com isso, sugerindo as melhores para diferentes situações.

Câmera de segurança vale a pena?

As câmeras de segurança por muito tempo foram um dispositivo caro e de difícil acesso para pessoas comuns. No entanto, com o passar dos anos, o aparelho se tornou mais acessível para população em geral, sendo usado para as mais diversas finalidades. Com a câmera, é possível vigiar sua casa contra assaltantes, verificar se seu bichinho de estimação está bem quando ele estiver sozinho, acompanhar algum parente idoso ou bebê, além de várias outras possibilidades de uso.

Atualmente, há uma infinidade de opções e modelos disponíveis no mercado dos mais diferentes tipos e preços. Algumas câmeras têm conexão Wi-Fi, resistência à água e preços bem em conta na faixa dos R$ 200, por exemplo. Algumas marcas atuantes na área são a Intelbras que podemos citar o modelo Intelbras iME360; a Multilaser, com o Liv SE223; a Goldentec, Goldentec GT 360°; a TP-Link, com a Tapo C200 e mais.Fonte techtudo

Lançado protocolo para transmissão da sensação do tato pela internet

Háptica online

Pesquisadores finalizaram e publicaram o tão aguardado protocolo para transmitir sensações pela internet, um trabalho que durou oito anos.

O trabalho de padronização, sob a liderança da Universidade Técnica de Munique, acaba de ser publicado na forma de um padrão para compressão e transmissão do sentido do tato, chamado HCTI (Haptic Codecs for the Tactile Internet, ou “Codecs Hápticos para Internet Tátil).

O que formatos como JPEG, MP3 e MPEG fazem para imagens, áudio e vídeo, os codecs táteis servirão para transmitir a sensação do tato por conexões comuns, estabelecendo as bases para aplicações de entretenimento, mas também para telecirurgia, controle de robôs e novas experiências online.

Transmissão do tato pela internet

Quando arquivos de áudio ou vídeo são enviados pela internet, o processo é bastante simples na perspectiva atual: A cada 20 milissegundos, é montado um pacote de dados do qual já são filtradas informações irrelevantes para a visão e a audição humanas, reduzindo a quantidade de dados que precisam trafegar. As informações são enviadas apenas em uma direção, rumo ao destinatário.

Para transmitir informações táteis, tanto o remetente quanto o receptor precisam desempenhar papéis iguais. Para alterar a posição de um braço robótico remotamente, por exemplo, o usuário indica essa intenção ao se movimentar. Se a mão no braço do robô agarrar uma bola de tênis, o usuário sentirá isso à distância. Ou seja, a informação deve fluir em ambas as direções.

Para isso, é criado um ciclo de controle global, com os comandos para o robô no ambiente remoto e o feedback tátil transmitido de volta ao usuário influenciando-se mutuamente. Em uma situação ideal, a informação háptica deverá ser transmitida em um milissegundo, a velocidade normalmente usada em interações físicas com robôs.

A característica crucial é que, mesmo que os pacotes de dados sejam enviados por longas distâncias, isso não deve ser notado do outro lado da linha. Para isso, o novo padrão de compressão otimiza tanto o circuito de controle entre o remetente e o receptor quanto a compressão dos dados. “O controle integrado tem um efeito estabilizador. As forças exercidas por um robô distante, por exemplo, são ligeiramente amortecidas. Superfícies duras parecem mais macias,” explicou o professor Eckehard Steinbach. “O padrão IEEE 1918.1.1 define um codec como padrão para transferência tátil de dados,” acrescentou Steinbach. “Ele registra as sensações dos movimentos, nomeadamente as posições dos membros e das forças que atuam sobre eles, e da sensibilidade da pele, para possibilitar sentir o papel ou o metal, por exemplo.” Esses dois codecs hápticos são complementados por um protocolo padronizado para permitir a troca das propriedades do dispositivo, conhecido como “aperto de mãos”, o processo de estabelecimento de uma conexão.

Aplicações para o padrão tátil

O padrão de transmissão de sensações pela internet será de interesse para diversas aplicações, atuais e futuras, destaca a equipe:

  • Telecirurgia: O novo padrão evita oscilações em distâncias arbitrárias. Isto significa que um robô de sala de operações pode ser controlado tão bem remotamente quanto localmente. Especialistas dos principais centros cardíacos, por exemplo, podem ser chamados para determinadas operações e realizar eles próprios uma cirurgia de emergência em outro local que não conte com especialistas.
  • Telecondução: Empresas que trabalham com direção autônoma já oferecem serviços de teleoperação. Os condutores não se sentam ao volante do veículo, mas sim em centros de condução, a partir dos quais controlam os veículos remotamente.
  • Ultrassom na ambulância: Paramédicos podem prestar primeiros socorros, mas não estão autorizados a realizar imagens de ultrassom, por exemplo. Em situações críticas, isso poderá ser feito à distância por um médico, enquanto a ambulância ainda está a caminho do hospital.
  • Indústria de jogos e cinema: O padrão HCTI poderá aproximar da realidade os jogos de computador e os filmes, proporcionando sensações convincentes. Um exoesqueleto pode ser usado para transmitir vibrações em um carro ou forças centrífugas em curvas fechadas, por exemplo.
  • Compras: Os compradores de roupas on-line não precisarão que os itens sejam enviados para saber se a roupas serve ou como se sentem usando-a.

“No caso do JPEG, MP3 e MPEG, muitas aplicações surgiram depois que os padrões se tornaram públicos,” disse Steinbach. “Espero o mesmo dos nossos novos codecs táteis.”

Fonte: Inovação Tecnológica

Google acidentalmente apaga dados de fundo de previdência de US$ 125 bilhões

NOTA: A Pacific Excellence reafirma a importância do backup híbrido, ou seja, tanto fisicamente na empresa quanto na nuvem.

O serviço de nuvem privada do Google é ótimo, mas em uma bizarra sequência de eventos, conseguiram apagar todos os dados de uma empresa. Das grandes

Em 11 de setembro de 2001 (bota no Google), além de vidas, dados foram perdidos no ataque ao World Trade Center. Empresas inteiras foram pulverizadas, literal e metaforicamente. Muito se aprendeu com os eventos daquele dia fatídico.

Empresas como a American Express e a Morgan Stanley tinham escritórios inteiros de backup, mantidos meticulosamente limpos e preparados, com datacentres replicando os dados dos computadores no World Trade Center. Devido ao caos que tomou conta de Nova York, quem tinha estratégias de contingência, depois de algumas horas estava no ar de novo. A American Express conseguiu processar 70% das transações do dia.

Outras empresas não tiveram a mesma sorte. Com backups físicos presenciais, seus dados foram destruídos para sempre. Ficou claro que a redundância era fundamental. Em backup vale a regra: Quem tem um, não tem nenhum.

Agora imagine viver o horror de perder tudo, sem nem um ataque terrorista para justificar. Foi o que aconteceu com a UniSuper, que não é exatamente uma quitanda. Eles são um fundo de pensão na Austrália, com 620 mil membros, que movimenta fundos de US$ 125 bilhões.

Eles usavam datacentres próprios, até junho de 2023, quando migraram para a Nuvem Privada do Google, rodando VMware, principalmente. Tudo funcionou perfeitamente, até que dia 2 de maio algo deu muito errado.

Durante uma migração, o estagiário do Google errou alguma configuração, e uma série rara de falhas formou uma cadeia de acontecimentos que convenceu o sistema do Google que a conta principal da UniSuper não existia mais. Usuários começaram a perder acesso, bancos de dados iam desaparecendo, gerentes e SysAdmins não tinham mais acesso, pois as máquinas virtuais não mais existiam. E não eram poucas.

Saiba como utilizar post-its digitais nativos do Windows 10

Escrever lembretes é uma ótima maneira de garantir que vamos concretizar todos os afazeres do dia e é de conhecimento geral que a melhor maneira para isso é utilizar os famosos post-its.

No entanto, você já deve ter passado pela experiência de espalhar as notas coloridas pela tela do computador, mesa de trabalho e estudo, ou até mesmo ter colado um lembrete na capinha do celular. E, a menos que você seja um exímio organizador, o resultado é uma verdadeira confusão!

Para trazer mais praticidade ao seu dia a dia, o Windows 10 oferece um programa chamado “Notas Autoadesivas”, também conhecido como “Stick Notes”. A ferramenta é muito simples e funciona como uma espécie de post-it digital.

Os usuários podem anotar qualquer lembrete e até mesmo escolher a cor da nota virtual. Os post-its digitais ficarão aparentes na área de trabalho do seu computador, então você terá acesso a eles sempre que estiver utilizando a máquina. Confira o passo a passo de como utilizar a ferramenta.

Aprenda a criar post-its digitais no Windows 10 e 11

1 – Vá até a barra de pesquisa do Windows e procure por “Notas Autoadesivas”;

2 – Abra o aplicativo e uma espécie de post-it digital aparecerá na sua tela;

3 – Na parte inferior do lembrete é possível personalizar o texto e até adicionar imagens;

4 – Para abrir o menu da ferramenta, clique nos três pontos à direita;

5 – Nesta aba você pode escolher a cor da nota digital, visualizar todos os lembretes clicando em “Lista de anotações” e excluir aqueles que não deseja mais;

6 – Se você tiver escolhido a “Lista de anotações”, o sistema abrirá uma nova guia onde será possível visualizar todos os post-its;

7 – Na nova aba, clique no ícone da engrenagem;

8 – Escolha se as “Notas Autoadesivas” vão seguir um tema claro, escuro, ou então o padrão pré-estipulado pelo Windows.

Pronto! Agora você já sabe como utilizar os post-its digitais no Windows 10 e 11.

Como utilizar celular como webcam no Windows

Saiba como usar seu celular Android como webcam no Windows 11 com o app Vincular ao Windows; veja passo a passo

A mais recente atualização do Windows 11 trouxe uma funcionalidade inovadora que certamente vai facilitar a vida de muitos usuários: agora é possível transformar seu celular ou tablet Android em uma webcam para seu computador.

Essa novidade promete revolucionar a forma como realizamos vídeo chamadas e conferências, eliminando a necessidade de uma webcam externa e aproveitando a qualidade das câmeras dos dispositivos móveis.

Mas, antes de tudo, verifique se o seu dispositivo Android é compatível: nem todos os dispositivos Android suportam essa função. Certifique-se de que seu dispositivo seja da Samsung, Honor, OnePlus, Oppo, Realme ou ROG.

Tempo necessário: 5 minutos.

  1. Torne-se um Windows Insider

Para acessar essa funcionalidade, você precisa se inscrever no programa Windows Insider, faça a inscrição, a partir de uma conta da Microsoft.

  1. Baixe e instale o aplicativo “Vincular ao Windows”

Este aplicativo está disponível na Google Play Store. Certifique-se de baixá-lo tanto em seu dispositivo Android quanto em seu computador com Windows 11.

  1. Faça o pareamento via Bluetooth

No seu dispositivo Android, abra o aplicativo “Vincular ao Windows”. No seu computador com Windows 11, vá para as configurações de Bluetooth e emparelhe seu dispositivo Android, como você faz normalmente.

  • Configure o dispositivo como webcam

No aplicativo “Vincular ao Windows” em seu dispositivo Android, localize a opção para
configurá-lo como webcam. Siga as instruções na tela para concluir a configuração.

  1. Inicie uma videochamada

Abra o aplicativo de videochamada de sua preferência em seu computador com Windows.
Selecione sua webcam e escolha o dispositivo Android configurado

  1. Desfrute dos recursos adicionais

Durante a videochamada, você pode alternar entre as câmeras frontal e traseira, pausar a
transmissão e aplicar filtros e efeitos especiais diretamente do aplicativo “Vincular ao
Windows” em seu dispositivo Android.

Seguindo este passo a passo simples, você poderá usar seu dispositivo Android como webcam em seu computador com Windows 11, aproveitando a qualidade da câmera de seu celular ou tablet em suas videochamadas sem a necessidade de equipamentos adicionais. Mas lembre-se, se você tem um celular Motorola, por exemplo, precisará de um aplicativo diferente para que o seu PC ou notebook possa utilizá-lo como webcam, já que o Windows 11, pelo menos até agora, não tem essa função de maneira nativa.

Fonte: Olhar Digital

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